sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Santo Anjo do Senhor ilumine os caminhos de meus familiares e amigos que tornaram este meu aniversário tão lindo e especial.
O que seria de mim, sem cada um deles. Sem o carinho, entusiamo, generosidade, amor e tantos ensejos de felicidades.
Obrigado, mil vezes obrigado Divino Espirito Santo, por permitir tê-los em minha vivência!
E a vocês, Queridas Pessoas: Com açúcar (pode ser adoçante) e com afeto minha ternura e gratidão...
Meu dia foi uma benção, principalmente por que vocês estavam aqui!
Ausência
Agora descanso o corpo alquebrado
As veias ainda se contorcem num pulsar que alucina
É das pausas que extraio o suspiro que de verdade me sustenta
Nunca imaginei que o que faz mal é aquilo que mais me fez bem
Adormeço cansada nessa tentativa insone de me sabotar
E é lá do alto que percebo
O que preciso mesmo...
É de solidão!
"Gente que gosta de gente"
"Meu tipo preferido de gente é aquele que espirra engraçado, que ri com a mão na barriga, que canta e dança qualquer música. Aquele tipo de gente que tropeça e finge que tá correndo, que sai de pijama na rua, que acorda rindo. Gente que não planeja tudo. Gente que pede licença, que diz “obrigado”, que pede desculpas, que chora assistindo filme. Aquele tipo de gente que é muit...o sincera, mas sabe quando e como falar, aquele que conversa olhando nos olhos. Aquela gente que diz que te ama, que mexe no cabelo dos outros, que lê as coisas no elevador, que conta piada, que joga conversa fora, que te organiza uma festa surpresa, um almoço ou um jantar surpresa… Aquele tipo de gente que te faz sorrir, que te faz sentir importante, que se importa. Aquele tipo de gente que não tem vergonha de ser feliz. Gente que gosta de gente".
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Nem tudo anda para trás
Os sinos não tocam mais canções
E as lembranças ainda comigo vagueiam.
Levo no tempo a saudade de tudo que não vi,
Mas nem por isso deixaram de existir
Ao meu lado ou à minha frente.
Algumas canções apenas se fizeram ouvir
Longe, muito longe, de mim e do mundo.
O vento as trazia das distâncias,
Dos lugares longínquos da terra
E da minha memória já tão apagada.
Não sei como se fazem essas coisas,
Não as conheço em sua origem,
Quando o antes era somente o nada.
Trago no bolso migalhas de pão da última ceia…
Nas paredes velhos sonhos naufragam em vinho
Enquanto o céu se fecha na sala de jantar.
Parece que tudo estava ali: o pão, o vinho e eu
Servindo o meu passado
Como se fosse um estranho.
Por José Saddock de Albuquerque
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